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A relação entre administração fiscal e o contribuinte (Record no. 255099)

000 -Etiqueta do registo
campo de controlo de comprimento fixo 07614nam a2200373 4500
010 0# - ISBN
Qualificação Brochado
Modalidade de aquisição e/ou preço depósito
001 - Identificador do registo
Campo de controlo 255099
101 ## - Língua da publicação
Língua do texto, banda sonora, etc. por
Língua do sumário por
102 ## - País de Publicação
País de publicação PT
Localidade de publicação Porto
100 ## - Dados Gerais de Proc.
Dados gerais de processamento 20121121 frey50
200 1# - Título
Título próprio A relação entre administração fiscal e o contribuinte
Indicação geral da natureza do documento Texto impresso
Informação de outro título dever de colaboração e autoincriminação
Primeira menção de responsabilidade Maria Alice Barbedo de Freitas
Outras menções de responsabilidade [orientado por] Eduardo Augusto Alves Vera-Cruz Pinto
210 ## - Publicação, Distribuição
Lugar da edição, distribuição, etc. Porto
Nome do editor, distribuidor, etc. [s.n.]
Data da publicação, distribuição, etc. 2010
215 ## - Descrição física
Descrição física VIII, 88 p.
Dimensões 30 cm
320 ## - Relativa a bibliografia
Texto da nota Contém bibliografia, pag. 87-88
328 ## - Nota de dissertação ou tese
Texto da nota Dissertação de mestrado em Direito, área Jurídico-Fiscais, orientada pelo Prof. Doutor Eduardo Augusto Alves Vera-Cruz Pinto, Universidade Lusíada do Porto, 2010
330 ## - Sumário ou Resumo
Texto da nota Sumário:
I. O DEVER GERAL DE COLABORAÇÃO, p. 4
1. OBRIGAÇÔES PRINCIPAIS E OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS, p. 4
2. O ESTADO (GOVERNO) COMO DETENTOR DO PODER TRIBUTÁRIO, p. 6
3. O PRINCÍPIO DA COLABORAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO COM OS CONTRIBUINTES, p. 8
4. O PRINCÍPIO DA COLABORAÇÃO DOS CONTRIBUINTES COM A ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA, p. 10
5. O DEVER DE COLABORAÇÃO MÚTUA E OS PRINCÍPIOS DO PROCEDIMENTO TRIBUTÁRIO, p. 12
5.1 O PRINCÍPIO DA PROPORCIONALIDADE, p. 13
5.2 PRINCÍPIO DA DESBUROCRATIZAÇÃO E DA EFICIÊNCIA, p. 14
5.3 PRINCÍPIO DA PRATICABILIDADE E SIMPLICIDADE, p. 15
6. OS DEVERES DECORRENTES DA COLABORAÇÃO DO CONTRIBUINTE E OS PODERES DA ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA, p. 18
lI. A TUTELA DOS DIREITOS HUMANOS DOS CONTRIBUINTES, p. 19
7. A CAPACIDADE CONTRIBUTIVA, p. 19
7.1 CAPACIDADE CONTRIBUTIVA - UM PRINCÍPIO CONSTITUCIONAL, p. 20
8. A GLOBALIZAÇÃO JURÍDICA, p. 26
9. O CORPUS JURIS, p. 27
10. JULGAMENTO JUSTO, p. 28
11. PRINCÍPIO DA NÃO AUTO-INCRIMINAÇÃO, p. 33
12. COMO CONCILIAR O DEVER DE COLABORAR COMO DIREITO A NÃO SE AUTO INCRIMINAR, p. 34
13 JURISPRUDÊNCIA DO TRIBUNAL EUROPEU DOS DIREITOS DO HOMEM, p. 35
13.1 ACÓRDÃO FUNKE, p. 35
13.2 ACÓRDÃO MURRAY, p. 36
13.3 ACÓRDÃO SAUIVDERS, p. 38
13.4 ACÓRDÃO J.B, p. 39
13.5 CASO WEH V. ÁUSTRIA, p. 40
14. NÃO CONTRIBUIR PARA A AUTOINCRIMINAÇÃO SEGUNDO A JURISPRUDÊNCIA DO TRIBUNAL EUROPEU DOS DIREITOS DO HOMEM, p. 42
15. O DIREITO DE NÃO SE AUTOINCRIMINAR NO REGIME PROCESSUAL PORTUGUÊS, p. 44
16. O DIREITO AO SILÊNCIO E A CONSTITUCIONALIDE DA NORMA, p. 46
17. DEVERES DE INFORMAÇÃO E DIREITO A NÃO DECLARAR CONTRA SI MESMO, p. 49
18. A PROVA, p. 50
18.1 INFORMAÇÕES OFICIAIS E FORÇA PROBATÓRIA DAS MESMAS, p. 51
18.2 NECESSIDADE DE FUNDAMENTAÇÃO DAS INFORMAÇÕES OFICIAIS, p. 51
18.3 NO ÂMBITO DA INSTRUÇÃO, p. 52
19. PROIBIÇÃO DE PROVA, p. 53
20. O EQUILÍBRIO ENTRE AS PARTES NO DIREITO TRIBUTÁRIO, p. 59
21. A GARANTIA DO PROCESSO EQUITATIVO, p. .61
22. O INTERESSE PÚBLICO A ASSEGURAR A TODOS OS CIDADÃOS, p. 62
23. A ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA, p. 63
24. O PROCEDIMENTO TRIBUTÁRIO E O PROCESSO TRIBUTÁRIO, p. 64
25. OS PROCEDIMENTOS TRIBUTÁRIOS SANCIONADORES, p. 70
26. O DIREITO A NÃO SE AUTOINCULPAR NA FASE ADMINISTRATIVA SALVAGUARDANDO DA FASE SANCIONADORA, p. 72
27. O DIREITO A NÃO SE AUTOINCULPAR NA FASE SANCIONADORA, p. 74
28. O DIREITO A NÃO SE AUTOINCULPAR E A SEPARAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DE LIQUIDAÇÃO E SANCIONADOR, p. 77
29. O PROCEDIMENTO SANCIONADOR COMO MANIFESTAÇÃO DO IUS PUNIENDI DO ESTADO, p. 80
30. POLÍTICA CRIMINAL NA FASE SANCIONADORA - A INFRACÇÃO FISCAL, p. 82

Resumo:
O tema do trabalho que nos ocupa é a análise da relação existente entre a Administração Fiscal e o Contribuinte tendo particular incidência , no dever de colaboração que deve existir entre ambos e ainda o direito que tem o obrigado tributário de se proteger de uma autoincriminação, de se resguardar e se remeter ao silêncio.
Este tema é de fulcral importância para a resolução de situações controversas de Direito Fiscal que dia a dia se deparam entre os contribuintes e a Administração Fiscal.
Ao longo de vários anos e durante a minha actividade profissional, na área da investigação criminal fiscal e como representante da Fazenda Pública, o chamado advogado do Estado, tenho sido confrontada com imensas dificuldades para conseguir que se faça justiça num campo tão complexo como é este.
Ora a matéria que pretendo abordar será de um lado o dever de colaboração do contribuinte para com as autoridades tributárias na procura da verdade material no que respeita ao facto gerador de obrigação tributária, o que poderá conduzi-lo a responsabilização grave, ou muito grave, até entrar mesmo na esfera criminal pela prática de crime fiscal e do outro lado o direito do contribuinte ao silêncio, para n não se comprometer, ditado por um princípio de não se autoincriminar.
O dever de colaboração é de forma geral um dever de contribuir para a captação de meios financeiros necessários ao desenvolvimento económico e social e assume relevância, na fase de determinação da matéria colectável com base nos valores declarados pelos contribuintes.

Abstract:
The theme of the work that concerns us is to examine the relationship between taxpayers and tax Administrations with particular focus on the duty of cooperation that should exist between them and also the right of the tax required to protect one seifincrimination, to cover himself and to remam in silence.
This issue is of paramount importance for the resolution of controversial situations of Tax Law that day to day encounter between taxpayers and tax authorities.
Over several years and during rny work in the area of tax criminal investigation and as representative of the Treasury, called the state attorney, I have been faced with immense difficulties to achieve that justice is done in a field as complex as this one.
Now I intend to talk the matter will be a part of the duty to cooperate with the taxpayer for the tax authorities in the pursuit of material fact regarding the event of a tax liability, which may lead you to accountability severe or very severe even come up in the criminal sphere of a crime and tax across the taxpayer’s right to silence, for not compromise, dictated by a principle of not self-incrimination
The duty of cooperation is generally a duty to contribute to the raising of funds needed for economic and social development and is relevant at the stage of determining the taxable value based on the values declared by taxpayers.
606 ## - Nome comum
Elemento de entrada Direito
606 ## - Nome comum
Koha Internal code 54578
Elemento de entrada Administração fiscal
Subdivisão de assunto Contribuinte
608 ## - Forma ou característica física
Koha Internal code 84918
Elemento de entrada Dissertações e Teses Académicas
Subdivisão de assunto Direito
Subdivisão geográfica Universidade Lusíada do Porto
608 ## - Forma ou característica física
Koha Internal code 84936
Elemento de entrada Dissertations, Academic
Subdivisão de assunto Law
Subdivisão geográfica Universidade Lusíada do Porto
675 ## - CDU
Notação 351.71(043.2)
Edição BN
Língua da edição por
606 ## - Nome comum
Koha Internal code 3260
Elemento de entrada Direito fiscal
Código do sistema Eurovoc
700 #1 - Responsabilidade principal
Código de função 070
Palavra de ordem Freitas,
Outra parte do nome Maria Alice Barbedo de
Koha Internal Code 278419
712 01 - Colectividade (resp. secundária)
Código de função 295
Koha Internal code 101774
Palavra de ordem UNIVERSIDADE LUSÍADA DO PORTO.
Subdivisão Faculdade de Direito
702 #1 - Responsabilidade secundária
Koha Internal Code 227359
Palavra de ordem Pinto,
Outra parte do nome Eduardo Vera Cruz,
Datas 1961-
Código de função 727
801 ## - Fonte de origem
País PT
Agência ULUS
Regras de catalogação RPC
856 4# - Localização e acesso electrónico
Nota Capa
URL locatemedia.aspx?capa=/255000_255999/255099.jpg
090 ## - Números de controlo do sistema (Koha)
Número biblioitem do Koha (gerado automaticamente) 255099
942 ## - Elementos de entrada adicionados (Koha)
Tipo de item no Koha Tese/dissertação
Suprimido 0
997 ## - Catalogador
Catalogador 22000063
Copies
Tipo de item e material Origem do registo (biblioteca) (texto livre) Organização que empresta ou é detentora (biblioteca) (texto livre) Perdido (estado) Número de inventário Nota da cópia Organização que empresta ou é detentora (biblioteca) Colecção do Koha Cota Origem do registo (biblioteca) (codificado) Removido (estado) Código de barras Tipo de circulação (não pode ser emprestado) Data de aquisição
Tese/dissertaçãoBULPBULP 24597 Biblioteca da Universidade Lusíada do PortoDissertações e Teses LusíadaARQ-DM FD/55Biblioteca da Universidade Lusíada do Porto 2012-24386Empréstimo local2012-11-21
Tese/dissertaçãoBULPBULP 24598EM ARQUIVOBiblioteca da Universidade Lusíada do PortoDissertações e Teses Lusíada351.71(043.2) FRE E2 FVBiblioteca da Universidade Lusíada do Porto 2012-24387Empréstimo local2012-11-21
Tese/dissertaçãoBULPBULP 24599EM ARQUIVOBiblioteca da Universidade Lusíada do PortoDissertações e Teses Lusíada351.71(043.2) FRE E3 FVBiblioteca da Universidade Lusíada do Porto 2012-24388Empréstimo local2012-11-21
Tese/dissertaçãoBULPBULP 26757EM ARQUIVOBiblioteca da Universidade Lusíada do PortoDissertações e Teses Lusíada351.71(043.2) FRE E4 FVBiblioteca da Universidade Lusíada do Porto 2014-24076Empréstimo local2014-08-19
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