| Item type | Location | Call Number | Status | Date Due |
|---|---|---|---|---|
| Monografia | Biblioteca da Universidade Lusíada do Porto | 327 PAL (Browse Shelf) | Checked out | 2020-03-31 |
| Monografia | Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa | HC800.P35 2006-12991 (Browse Shelf) | Empréstimo local |
Contém bibliografia, p. 421-431
Originariamente dissertação de Mestrado em Relações Internacionais, Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, 2005
Sumário:
I. A evolução da cooperação, p. 43
1. O contexto internacional, p. 43
2. Cooperação para o desenvolvimento em Ã?frica, p. 82
3. APD e cooperação para o desenvolvimento, p. 88
II. A variável cultural na política externa dos Estados, p. 141
1. A dimensão cultural nas relações entre Estados, p. 141
2. A transversalidade da cultura nos objectivos da política externa dos Estados, p. 156
3. Diplomacia cultural e acção cultural externa, p. 173
4. Acção cultural externa: objectivos e motivações, p. 179
5. Acção cultural externa: instrumentos, p. 188
6. Acção Cultural externa e propaganda, p. 224
III. A ajuda pública portuguesa ao desenvolvimento cultural dos PALOP, p. 231
1. Conceitos de APD e cooperação para o desenvolvimento cultural em Portugal, p. 231
2. A relevância da APD cultural dos PALOP na política externa portuguesa, p. 242
3. Ambiente da cooperação cultural lusófona, p. 252
4. Análise do percurso da APD cultural portuguesa: 1974- 2006, p. 264
5. Conclusões, p. 391
Resumo:
O presente livro resulta de uma reflexão sobre algumas das relações que ligam cultura, desenvolvimento e política externa. Como e com que propósito a ajuda pública ao desenvolvimento cultural dos países africanos de expressão lusófona tem sido usada como instrumento da política externa portuguesa é a questão central explorada. Dadas as suas potencialidades, a APD é um vector estratégico na prossecução de objectivos de política externa, se equacionada em três perspectivas: numa perspectiva realista clássica, como área de actuação da política externa; como mecanismo de influência na estrutura do sistema internacional; e como instrumento de projecção do interesse nacional. (Elisabete Proença Rodrigues e Cortes Palma)
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