| Item type | Location | Call Number | Status | Date Due |
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| Monografia | Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa | DP556.8.P35 2006-206360 (Browse Shelf) | Available |
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| DP556.8.N64 2004-158200/IRelatórios anuais | DP556.8.N64 2004-158200/IIRelatórios anuais | DP556.8.N64 2004-158200/IIIRelatórios anuais | DP556.8.P35 2006-206360O poder de Portugal nas relações internacionais | DP556.8.P38 2013-256864/IA política externa nos programas de Governo do Portugal democrático (1974-2013) | DP556.8.P38 2013-256864/IIA política externa nos programas de Governo do Portugal democrático (1974-2013) |
Contém bibliografia, p. 267-299
Originariamente tese de doutoramento em Ciência Política e Relações Internacionias, orientada pelo Prof. Doutor António José Fernandes, Escola Superior de Economia e Gestão da Universidade do Minho, 2002
Sumário:
I. Sistema geopolítico mundial, p. 29
1. O Estado, p. 29
2. O poder, p. 30
3. A geopolítica, p. 33
II. Portugal, p. 51
1. Território, p. 51
2. Cultura, p. 53
3. Evolução política, p. 55
III. Portugal e o sistema geopolítico mundial, p. 59
1. Estratégia nacional, p. 59
2. Fronteiras políticas, p. 67
3. Enquadramento geopolítico, p. 99
4. Grandes espaços, p. 142
5. Potencial estratégico, p. 191
6. Coordenadas da política externa, p. 197
7. Síntese da interacção de Portugal com o sistema geopolítico mundial, p. 210
Resumo:
Com mais de oito séculos de história, Portugal é um Estado-nação que procura afirmar-se no sistema geopolítico mundial com base na sua experiência universalista. Pioneiro, no século XV, nas descobertas além-mar que o transformaram em império colonial, pluricontinental e multirracial, o País regressou à sua fronteira europeia no último quartel do século XX. Pelo valor geoestratégico do seu território foi membro fundador da Aliança Atlântica (1949), mas só o fim do regime político autoritário (1974) lhe abriu as portas das Comunidades Europeias (1986). Com a instituição da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (1996) está criado o terceiro "grande espaço" ao qual se liga e estabelecidas as suas fronteiras de segurança (OTAN), económico-social (UE) e linguístico-cultural (CPLP). Chega ao século XXI integrando dois "actores globais" do sistema geopolítico mundial (OTAN e UE) e dinamizando o bloco lusófono (CPLP) - onde se destacam, pela sua relevância regional (manifesta ou latente), o Brasil e Angola. O seu envolvimento no sistema internacional faz-se através de três "triângulos estratégicos" - de matriz, respectivamente, nacional (Continente-Açores-Madeira), lusófona (Portugal-Brasil-Angola) e mundial (UE-OTAN-CPLP) - e o seu poder nas relações internacionais está directamente relacionado com a sua capacidade de maximizar esses vínculos mediante uma política de "geometria variável". A globalização coloca-o perante o desafio de se assumir como um pólo da rede em que se transformou o sistema mundial e requer um conceito estratégico nacional que optimize a mais valia que resulta da sua identidade europeia, atlântica e lusófona. (José Palmeira)
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