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Singularidades em arquitectura e urbanismo [Texto impresso] / coordenação [de] Mário Chaves

Secondary Author: Chaves, Mário João Alves, 1965- Publication: Lisboa : Universidade Lusíada, 2011 Description: 114 p. : il., color. ; 24 cmSeries: EnsaiosISBN: 9789896400941Topical name: Planeamento urbano | Arquitectura - - Filosofia CBC: NA2500.S56 2011 Online Resources: Capa
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Monografia Biblioteca da Universidade Lusíada do Porto Universidade Lusíada Editora 72.01 SIN E3 (Browse Shelf) Available E3
Monografia Biblioteca da Universidade Lusíada do Porto Universidade Lusíada Editora 72.01 SIN (Browse Shelf) Available E1
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Monografia Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa Universidade Lusíada Editora NA2500.S56 2011-216670/IV (Browse Shelf) Available
Monografia Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa Universidade Lusíada Editora NA2500.S56 2011-216670/V (Browse Shelf) Available

Resumo:
Singularidade no mundo, na arquitectura e no urbanismo. Nas nossas vidas.
A capacidade de reconhecimento da sua ocorrência, deveria ser em si mesma um acontecimento. A singularidade marca um ponto de transição em dois domínios, dois tempos, num ponto ou instante, e o conceito da singularidade é o ponto de viragem do presente para com o passado.
A singularidade opera sobre os conceitos da unidade e da unicidade, da idealidade e do acontecimento, na individualidade da convivência difícil do reconhecimento da novidade com o contexto dos padrões mentais onde a qualidade deve ocorrer. Estes textos diversos e distintos querem demonstrar de modo diverso a problemática da individualidade do singular, atitude perante os problemas e soluções, visões activas sobre o mundo de modo diverso e singelo. Estas atitudes são deveras activas perante a inconsequência e passividade que tende a banalizar e normalizar pensamento e acções. Num acto de contrição, as singularidades demonstradas e relatadas, acontecem pela unicidade do pensamento em torna da unidade da arquitectura que tanto nos exige e retorna. Numa forma de racionalidade, a racionalidade do entendimento; na simplicidade natural da imediatez da singularidade com que o espírito mergulha na particularidade da universalidade. de facto, é um conjunto singular este, que aspira à universalidade de entendimento.
Neste sentido da eternidade, lança-se o repto do futuro. Singular no evento, porque não nos pertence, ainda. Que futuro, para a arquitectura, a urbanidade, para as nossas vidas que aí vivem e que aí vêem. O futuro é uma determinação porque é absoluto pelo atributo. Desejamos o futuro, do mesmo modo que é inevitável. Na sua identidade abstracta, ansiamos o futuro, na sua qualidade e liberdade. Viva o futuro.

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