| Item type | Location | Collection | Call Number | Status | Notes | Date Due |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Monografia | Biblioteca da Universidade Lusíada do Porto | Universidade Lusíada Editora | 72.01 SIN E3 (Browse Shelf) | Available | E3 | |
| Monografia | Biblioteca da Universidade Lusíada do Porto | Universidade Lusíada Editora | 72.01 SIN (Browse Shelf) | Available | E1 | |
| Monografia | Biblioteca da Universidade Lusíada do Porto | Universidade Lusíada Editora | 72.01 SIN E2 (Browse Shelf) | Available | E2 | |
| Monografia | Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa | Universidade Lusíada Editora | NA2500.S56 2011-216670/I (Browse Shelf) | Empréstimo local | ||
| Monografia | Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa | Universidade Lusíada Editora | NA2500.S56 2011-216670/II (Browse Shelf) | Available | ||
| Monografia | Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa | Universidade Lusíada Editora | NA2500.S56 2011-216670/III (Browse Shelf) | Available | ||
| Monografia | Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa | Universidade Lusíada Editora | NA2500.S56 2011-216670/IV (Browse Shelf) | Available | ||
| Monografia | Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa | Universidade Lusíada Editora | NA2500.S56 2011-216670/V (Browse Shelf) | Available |
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| 72.01 SIL E3Geometria da iluminação natural na arquitetura | 72.01 SINSingularidades em arquitectura e urbanismo | 72.01 SIN E2Singularidades em arquitectura e urbanismo | 72.01 SIN E3Singularidades em arquitectura e urbanismo | 72.01 SUP E2Super-heróis | 72.01 SUP E3Super-heróis |
Resumo:
Singularidade no mundo, na arquitectura e no urbanismo. Nas nossas vidas.
A capacidade de reconhecimento da sua ocorrência, deveria ser em si mesma um acontecimento. A singularidade marca um ponto de transição em dois domínios, dois tempos, num ponto ou instante, e o conceito da singularidade é o ponto de viragem do presente para com o passado.
A singularidade opera sobre os conceitos da unidade e da unicidade, da idealidade e do acontecimento, na individualidade da convivência difícil do reconhecimento da novidade com o contexto dos padrões mentais onde a qualidade deve ocorrer. Estes textos diversos e distintos querem demonstrar de modo diverso a problemática da individualidade do singular, atitude perante os problemas e soluções, visões activas sobre o mundo de modo diverso e singelo. Estas atitudes são deveras activas perante a inconsequência e passividade que tende a banalizar e normalizar pensamento e acções. Num acto de contrição, as singularidades demonstradas e relatadas, acontecem pela unicidade do pensamento em torna da unidade da arquitectura que tanto nos exige e retorna. Numa forma de racionalidade, a racionalidade do entendimento; na simplicidade natural da imediatez da singularidade com que o espírito mergulha na particularidade da universalidade. de facto, é um conjunto singular este, que aspira à universalidade de entendimento.
Neste sentido da eternidade, lança-se o repto do futuro. Singular no evento, porque não nos pertence, ainda. Que futuro, para a arquitectura, a urbanidade, para as nossas vidas que aí vivem e que aí vêem. O futuro é uma determinação porque é absoluto pelo atributo. Desejamos o futuro, do mesmo modo que é inevitável. Na sua identidade abstracta, ansiamos o futuro, na sua qualidade e liberdade. Viva o futuro.
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