| Item type | Location | Collection | Call Number | Status | Date Due |
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| Tese/dissertação | Biblioteca da Universidade Lusíada do Porto | Dissertações e Teses Lusíada | 72.017.2(043.2) ALP FV (Browse Shelf) | Empréstimo local |
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Composição do júri:
Prof. Doutor António Brito (Presidente)
Prof. Doutor António Oliveira (Arguente)
Prof. Doutora Edite Rosa (Orientador)
Exame público realizado em 24 de Maio de 2011, às 15H00
Contém bibliografia, pag. 173-179
Dissertação de mestrado em Arquitectura, orientada pela Prof. Doutora Edite Maria Figueiredo e Rosa, Universidade Lusíada do Porto, 2010
Sumário:
1. Contexto histórico, p. 11
1.1 Significados de luz: relação homem-luz (luz/sombra), p. 13
1.2 Identificação de modos de abordar a luz, p. 23
2. A luz na arquitectura das igrejas, p. 41
2.1 Resenha histórica da luz na arquitectura sagrada/profana, p. 41
3. Casos de estudo, p. 122
3.1 Pertinência da luz na contemporaneidade - entre o sagrado e o profano, p. 122
4. Conclusões, p. 169
4.1 Ilações comparativas - luz sagrada e luz profana, p. 169
Resumo:
A escolha do tema: Significados de luz na arquitectura - entre o sagrado e a profano, nasceu do cruzamento de dois campos de interesse - o fenómeno arquitectónico da luz e o espaço litúrgico. O contexto histórico refere-se a uma breve alusão à fonte de luz natural, o sol, desde o seu surgimento até o aparecimento de outra tipo de luz, a luz artificial. Contudo, este estudo foca-se na importância da luz natural e da forma como o Homem aprendeu a aproveitar e manusear o tipo de luz da sua região, adoptando e concebendo a melhor maneira de ela entrar, nos seus edifícios. Os arquitectos aproveitam-se deste recurso (luz) para obterem efeitos arquitectónicos, sensações. O Homem foi desde sempre fascinado pela luz. Vital para a existência da vida, a luz permite ao Homem orientar-se no espaço, medir o tempo, cultivar-se e transcender-se para além dos seus limites. Compreender e dominar a luz, perceber-lhe as potencialidades, torna-se então um desafio essencial. A luz poderá ser por isso um das mais cativantes temas de investigação da actualidade. O subcapítulo: Identificação de modos de abordar a luz, de carácter mais simbólico (do que o anterior: Significados de luz), refere-se à variação da luz ao longo das tempos e culturas; abordando-se assim dois extremos desta expressividade: o profano e o sagrado. Luz e espaço litúrgico, no sentido de se afirmar que ao longo das tempos foi mais desenvolvido o contraste entre o sagrado e a profano no espaço litúrgico. Deve-se também aprender com o passado, realizações a partir das quais se pode aprender e seguir como exemplo; as próprias questões arquitectónicas prendem-se com maneiras específicas de pensamento em determinada época, cultura. Por este motivo, tanto a selecção dos exemplos referenciadas (parte II: a luz na arquitectura das igrejas), como dos casos de estudo (parte III: Igreja de Santa Maria, Marco de Canaveses, e a Igreja da Luz, Osaka), ou seja, do desenvolvimento do resto do trabalho, assentam principalmente na orientação específica desta procura: a maneira de tratar o problema da luz deverá reflectir não apenas uma abordagem plástica ou técnica do fenómeno da luz, nas épocas em questão, mas também, uma preocupação clara da relação deste com o significado específico na edificação do espaço litúrgico. O resultado, fruto deste trabalho, foi a revelação de um outro olhar sobre a relação espaço-luz e o atingir de um nível mais aprofundado de compreensão do objecto de reflexão. Por isso, o objectivo deste trabalho não é encerrar um percurso; é antes uma via de abertura, espírito também presente na concepção do espaço litúrgico contemporâneo.
Abstract:
The choice of the subject: meanings of light in architecture - in between the sacred and profane, was born from the crossing of two fields of interest - architectural phenomenona and the liturgical space. The historical context refers to a short reference of a source of natural light, the sun, from its appearance until the introduction of another kind of light, the artificial light. However, this study will focus on the importance of natural light and the way mankind has learnt how to take profit and handle the type of light in their region, adapting and conceiving the best way of making light enter in their buildings. The architects took advantage of this resource (light) for the achievements of architectural effects, sensations. Since ever, manking has had a fascination for light. Vital for the life existence, light allows people to orientate in space, measure time, educate and transcend their own limits. Understanding and dominating light, understanding its potential, has become a key challenge. Light can indeed be one of the most captivating subjects of investigation of our days. The subchapter: Identification of ways of approaching light, on a more symbolic character (comparing to the previous one: Meanings of light), refers to the variation of light with epochs and cultures, touching to extremes of this expressivity: profane and sacred. Light and liturgical space, in the sense of reinforcing the idea that, along times, the contrast between the sacred and profane is stronger in liturgical space. One should also learn from the past, realizations from which one can learn and follow the example; the architectural issues relate to specific ways of thinking on a specific epoch, culture. For this reason, the selection of the referred examples (Part II: the light in the church architecture), as for the study cases (Part III: Church of Santa Maria, Marco de Canaveses, and Light Church, Osaka), meaning, the development of the complete work, are mainly set on the specific orientation of this search: the way of dealing with light must reflect not only a plastic or technical way of referring to the light phenomena in the different epochs, but also concerns its relation with its specific meaning on the liturgical space. The final result, consequence of this reflection, was the discovery of a new perspective on the relation space-light and reaching a deeper level of understanding on the study subject. That's why the goal of this work is not closing a route, it's a way of opening, a spirit that also present on the conception of the contemporary liturgical space.
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