| Item type | Location | Call Number | Status | Notes | Date Due |
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| Monografia | Biblioteca da Universidade Lusíada do Porto | 342 MON3 FV (Browse Shelf) | Empréstimo local | ||
| Monografia | Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa | MON 342.4(469)-259727/II (Browse Shelf) | Available | 2.º Ex. | |
| Monografia | Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa | MON 342.4(469)-259727 (Browse Shelf) | Empréstimo local |
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| 342 MON3 2014 FVA Constituição da República Portuguesa | 342 MON3 E2Constituição da República Portuguesa | 342 MON3 E3Constituição da República Portuguesa | 342 MON3 FVA Constituição de 1976 | 342 MON E1Direito público e eficácia | 342 MON E2Direito público e eficácia |
Oferta de: Prof. Doutor Manuel Monteiro
Resumo:
A Constituição portuguesa continua no presente a ser motivo de polémicas e múltiplas interpretações. Há mesmo quem considere que o seu texto se mostra, em muitos aspectos, desadequado aos tempos que vivemos, na perspectiva de que mantém viva a marca ideológica que determinou a sua provação, apesar das sete revisões constitucionais de que já foi objecto. Mas será o texto actual idêntico ao texto de 1976? O que se mantém? O que foi eliminado? O que mudou? Este trabalho tem por objectivo responder a estas perguntas, permitindo uma comparação directa entre a versão inicial aquela que foi aprovada pela Assembleia Constituinte — e a versão actual, após a última revisão de 2005. É um trabalho complementar daquele que publicamos em 2010, intitulado “Constituição da República Portuguesa - Memória de um Percurso”, e no qual não só explicamos detalhadamente a evolução de cada artigo, como apresentámos na integra o articulado resultante de todas as revisões constitucionais directamente relacionadas com as disposições analisadas. Agora, e pensando essencialmente nos nossos alunos de Introdução à Ciência Politica, do curso de Relações Internacionais, procurámos encontrar uma forma de apresentar a Constituição, que possibilite a quantos com ela se deparam pela primeira vez um acessível conhecimento das suas normas, tal como foram votadas originariamente e tal como se manifestam quase quatro décadas depois. Trata-se afinal de divulgar como foi e como é a Constituição que vigora entre nós, para mais facilmente percebermos do que nos falam quando se critica ou aplaude os que a comentam e os que a interpretam. (Manuel Monteiro)
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