| Tipo de documento | Localização | Cota | Estado | Notas | Data de Devolução |
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| Monografia | Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa | NA687.F88 2011-40268/II (Ver Prateleira) | Disponível | 2.º Ex. | |
| Monografia | Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa | NA687.F88 2011-40268/I (Ver Prateleira) | Empréstimo local | ILID-PC-2011-2012 | |
| Monografia | Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa | NA687.F88 2011-40268/III (Ver Prateleira) | Disponível | 3.º Ex. | |
| Monografia | Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa | NA687.F88 2011-40268/IV (Ver Prateleira) | Disponível | 4.º Ex. | |
| Monografia | Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa | NA687.F88 2011-40268/V (Ver Prateleira) | Disponível | 5.º Ex. |
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| NA687.C36 2019-275508Habitação flexível | NA687.F88 2011-40268Virtual | NA687.F88 2011-40268/IQue futuro? | NA687.F88 2011-40268/IIQue futuro? | NA687.F88 2011-40268/IIIQue futuro? | NA687.F88 2011-40268/IVQue futuro? |
Resumo:
O futuro a Deus pertence. Diz o povo e o povo sabe como o diz. Porque o futuro é imprevisível, imprudente e surpreendente. Depois de tudo conhecido e conquistado, deseja-se o futuro, porque é imaculado e intocado. Aguarda-se em guarda pelo futuro; temos de estar alerta, porque é de cada vez maior conhecimento e revelação. Apenas o que se sabe de seguro é que todo o passado se resolve numa e incerta caminhada para um futuro de cada vez maior conhecimento do homem em si mesmo e da humanidade; de maior entendimento das nossas possibilidades de criação e das reacções psicológicas. E como disse Agostinho da Silva "de mais fundo desejo de que deixemos para trás bem depressa os tempos em que a força pode valer mais do que a inteligência e a sensibilidade".
Talvez o que é verdadeiramente moderno seja a invenção do futuro; mas se não compreendermos e aceitarmos o presente que se legitima no passado, o futuro não pode ser acontecer em si. Senão entendermos o passado, não podemos sonhar com o futuro. Sempre ambicionado e sempre novo, integramo-nos porque queremos pertencer ao futuro, em que se inventa, se supõe, se adivinha. O futuro só existe no futuro, e por tal não se guarda e não se domina. Ã? livre. Assim tem sido também o espírito arquitectónico, a inventar-se na ideia futura da construção. A arquitectura é livre antes do presente e passado construído. (Mário Chaves)
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