| Item type | Location | Collection | Call Number | Status | Notes | Date Due |
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| Tese/dissertação | Biblioteca da Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão | 72.01 (043.2) SER (Browse Shelf) | Empréstimo local | Oferta | ||
| Tese/dissertação | Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa | Dissertações e Teses Lusíada | NA2760.S47 1997-45947/I (Browse Shelf) | Empréstimo local | ||
| Tese/dissertação | Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa | Dissertações e Teses Lusíada | NA2760.S47 1997-45947/II (Browse Shelf) | Empréstimo local |
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| 72.017 SEM-14 E2Cor | 72.017 SEM-14 E3Cor | 72.017 TORColor y luz | 72.01 (043.2) SERO número de ouro como reitor da concepção arquitectónica | 72.01 AFOArquitectura máquina e corpo | 72.01 AIC ULF-CITADEl mundo como proyecto |
Contém bibliografia, f. 211-213
Composição do júri: Prof. Doutor António Jorge da Motta Veiga (Presidente); Prof. Doutor Arqt. Nuno Santos Pinheiro (Coordenador do Mestrado); Prof. Doutor Arqt. Joaquim Braizinha (Arguente); Prof. Doutor Arqt. Augusto Pereira Brandão (Orientador); Prof. Doutor Horário Bonifácio
Dissertação em mestrado em Teoria da Arquitectura, orientada pelo Prof. Doutor Arqto. Augusto Pereira Brandão, Universidade Lusíada de Lisboa, 1997
Sumário:
1. Percurso histórico, f. 1
1.1. Introdução, f. 2
1.2. Pré-História, f. 3
1.3. Civilização Egípcia, f. 4
1.4. Escola Pitagórica, f. 9
1.5. Escola de Alexandria, f. 19
1.6. Ã?poca Romana, f. 22
1.7. Idade Média, f. 32
1.8. Renascença, f. 47
1.9. Século XVIII, f. 59
1.10. Século XX, f. 60
1.11. Conclusões, f. 65
2. Teoria do numero, f. 67
2.1. Introdução, f. 67
2.2. Conceito Filosófico do número, f. 71
2.3. Simbolismo do número, f. 76
2.4. Conclusão, f. 109
3. Definição algébrica do número de ouro, f. 111
3.1. Introdução, f. 111
3.2. Meios de Comparação, f. 112
3.3. Meios de Divisão, f. 115
3.4. Ligação entre as Séries Aritmética e Geométrica, f. 125
3.5. Definição Algébrica de Luca Pacioli, f. 126
3.6. Séries de Fibonacci, f. 129
3.7. Limites de aproximação do Número de Ouro, f. 130
3.8. O Contínuo e o Descontínuo, f. 132
4. Manifestação do número de ouro, f. 141
4.1. Introdução, f. 141
4.2. Definição Geométrica do Número de Ouro !, f. 141
4.3. Manifestação do Número de Ouro na Natureza, f. 165
4.4. Conclusões, f. 178
5. Os traçados, f. 180
5.1. Introdução, f. 180
5.2. Os Traçados, f. 181
5.3. Exemplos de Traçados Harmónicos e Geométricos aplicados à Arquitectura, f. 199
5.4. Conclusões, f. 209
Resumo:
Tal como o seu título indica, o número de ouro como reitor da concepção arquitectónica, engloba de facto todo o estudo referente a esta tese, que teve como estrutra saber o que é um número, e particularmente o que é o número de ouro, procurando definir em seguida o que é que ele rege e se rege de facto a concepção arquitectónica.
Assim no Capítulo 1 começaremos pela evolução da simbologia do número, bem como a sua aplicação prática na cultura Ocidental através da filosofia, e na arquitectura através do número de ouro.
No Capitulo 2 veremos a teoria do número e a sua simbologia, e assim ao compreedê-lo em toda a sua extenção, provaremos que o cosmos progride segundo o número, e que em última análise ao número tudo é reportado.
Mas se o cosmos progride segundo o número qual é o número segundo o qual o cosmos progride? A resposta a esta pergunta é o conteúdo do Capítulo 3, que relaciona o número de ouro com as progressões geométricas, e complementarmente relaciona a estrutura misical com as progressões aritméticas. Ao relacioná-las veremos como é constituido o cosmos na sua globalidade.
Mas se a definição algébrica do número de ouro nos dá o seu valor simbólico, é na sua representação geométrica que ele manifesta a criação dos seres vivos. Se se tomar por definição de seres vivos o conceito de que toda a energia animada é ser vivo, então o número de ouro deverá manifestar-se do microcosmos ao macrocosmos e este é o conteúdo do Capítulo 4.
Finalmente se todo o Universo se relaciona com o número, progride segundo o número, se esse número é o número de ouro, e se ele se manifesta no Universo, então deverá também reger a concepção arquitectónica como modelo do mundo revelado. Tal é o conteúdo do Capítulo 5 e das respectivas conclusões finais. (Luís Manuel Lourenço Sêrro)
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