| Item type | Location | Collection | Call Number | Status | Date Due |
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| Monografia | Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa | NB831.C65 B67 1980-69272/II (Browse Shelf) | Available | ||
| Monografia | Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa | Biblioteca de Prof. Doutor Manuel Mendes Atanázio | NB831.C65 B67 1980-69272/I (Browse Shelf) | Empréstimo local |
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| NB830.F47 1985-69351Estatuária de Lisboa | NB831.A43 F45 1945-70299A escultura de Alcobaça | NB831.C65 B67 1980-69272/IJoão de Ruão | NB831.C65 B67 1980-69272/IIJoão de Ruão | NB833.A83 J63 2011-101664/IJoão Charters de Almeida | NB833.A83 J63 2011-101664/IIJoão Charters de Almeida |
Biblioteca de Prof. Doutor Manuel Mendes Atanázio (1.º exemplar)
Contém bibliografia, p. 185-187
Resumo:
Passa neste ano de 1980 o quarto centenário da morte do escultor João de Ruão, efeméride que o Instituto de História de Arte da Faculdade de Coimbra entendeu dever comemorar em evocação condigna não só da sua obra mas igualmente da arte, da sociedade e da cultura do seu tempo, o que só se tornou possível graças ao patrocínio e colaboração da benemérita Fundação Calouste Gulbenkian. Ã? neste contexto que surge o presente trabalho. Nele se procurou dar uma panorâmica geral da obra do artista, através de uma inventariação tão extensa quanto possível, mas forçosamente incompleta, do seu legado artístico. Mais não se pretendeu que prestar uma singela homenagem ao escultor que, deixando lá longe a sua pátria, a Normandia, se veio cativar pela cidade do Mondego e de tal modo com ela se identificou que se transformou num genuíno conimbricense pelo coração. Coimbra deve-lhe parte na sua fisionomia. A cada passo se patenteia nela a sua marca, hoje tão familiar, tão nossa, que é indissociável da própria cidade. Principal mentor do renascimento local, as suas obras alcançaram também muitos outros recantos do país, em afirmação da sua capacidade criativa e catalizadora. (Nelson Correia Borges)
Résumé:
Cette année 1980- est marquée par le quatrième centenaire de la mort du sculpteur Jean de Rouen. L'Institut d'Histoire de l'Art de la Faculté des Lettres de Coîmbre a entendu commémorer l'événement par une évocation digne de l'homme, mais également de l'art, de la société et de la culture de son époque. Le patronage et la collaboration de la Fondation Calouste Gulbenkian a rendu possible cette iniciative. Voilà donc le contexte où s'inscrit le présent travail. On a tenté d'y présenter un panorama d'ensemble de Voeuvre de l'artiste, à travers un inventaire aussi vaste que possible, mais forcément incomplet, de ce qu'il nous a légué. On n'a pas prétendu rendre plus qu'un simple hommage, à ce sculpteur qui - à quitter sa lointaine patrie, la Normandie - s'est laissé captiver par la cité du M onde go, à cet homme qui s'est si fortement imprégné de Coîmbre, qu'il en devenu, par le coeur, un citoyen à part entière. C'est à lui que Coîmbre doit une grande part de sa physionomie. Son empreinte est manifeste à chaque pas, mais d'une façon si familière, tant nôtre, qu'elle en est indissociable de la ville elle-même. Chef de file de la Renaissance locale, ses oeuvres ont atteint certains endroits reculés du pays, expression, s'il était besoin, de sa capacité et de sa fonction de catalyseur. (Nelson Correia Borges)
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