| Item type | Location | Collection | Call Number | Status | Date Due |
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| Monografia | Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa | Dissertações e Teses Lusíada | NB833.C37 V35 1998-74507 (Browse Shelf) | Empréstimo local |
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| NB833.A83 J63 2011-101664/IVJoão Charters de Almeida | NB833.A83 J63 2011-101664/VJoão Charters de Almeida | NB833.C37 A4 1997-150387Hélder de Carvalho | NB833.C37 V35 1998-74507A estátua equestre de D. José I de Machado de Castro | NB833.C37 V35 1999-84502A estátua equestre de D. José I de Machado de Castro | NB833.C43 A4 2004-99479/IRui Chafes |
Composição do júri: Prof. Doutor António Jorge de Motta Veiga (Presidente); Prof. Doutor Luís Morais Teixeira (Coordenador do Mestrado); Prof. Doutor Pedro Fialho de Sousa (Arguente); Prof. Doutor Horácio Bonifácio (Orientador); Prof.ª Doutora Maria do Rosário Gordalina
Dissertação de Mestrado em História da Arte, orientada pelo Prof. Doutor Horácio Manuel Pereira Bonifácio, Universidade Lusíada de Lisboa, 1998
Sumário:
I. Introdução, p. 7
II. Vida e obra de Machado de Castro, p. 13
III. Praça do Comércio, p. 19
IV. Análise da descrição analítica da execução da estatua equestre, erigida em Lisboa à glória do Senhor Rei Fidelíssimo D. José I, por Machado de Castro, p. 47
V. Artes e técnicas utilizadas por Machado de Castro na elaboração e concretização da real estátua equestre de D. José I, p. 57
VI. Conclusão, p. 179
Resumo:
Sebastião José de Carvalho e Melo, Marquês de Pombal, foi um estrangeirado muito enérgico que dinamiza o apogeu da política absolutista no nosso país, o que lhe dá condições muito especiais para concretizar as reformas pretendidas no comércio, indústria e ensino. No âmbito das obras públicas, podemos dizer que a sua governação foi igualmente notável e teve como expressão mais significativa a construção da baixa-pombalina, moldura condigna para a insigne Estátua Equestre de D. José I que mandou implantar na Praça do Comércio, sob execução de Joaquim Machado de Castro. Será esta obra de Machado de Castro o centro da nossa investigação, nesta dissertação.
Numa breve introdução, faremos inserção do autor no período, na época e no movimento artístico a que pertence. Vamos inserir a Estátua Equestre no seu espaço, enquadrando-a, assim, no novo traçado da baixa pombalina: faremos, finalmente, uma análise quer iconográfica, quer analítica, de todo o processo técnico usado pelo autor no referido monumento que viria a ser inaugurado em 1775.
Deste trabalho, iremos analisar, sobretudo, o que diz respeito ao estudo das Técnicas/Métodos escultóricos utilizados pelo mestre na elaboração da Real Estátua Equestre, tanto no bronze como na pedra, confrontando-nos com interpretações e com um estudo o mais rigoroso possível, das opiniões do próprio autor face à teoria e técnicas de outros escultores/autores anteriores e posteriores ao seu tempo dentro de um enquadramento sincrónico e diacrónico.
Nesta época, a Portugal chegavam muitos artistas estrangeiros que traziam conhecimentos e o saber desta arte. Machado de Castro, não sendo estrangeirado, soube aprender, no entanto, as técnicas desta disciplina com os mestres da Escola Francesa e da Italiana, tanto na vida prática (no Convento de Mafra com Giusri), como por meio de informação técnica complementar. Reparamos que Machado de Castro estava suficientemente à altura de elaborar cabalmente todas as faces da escultura, recorrendo muitas vezes, à invenção dos próprios processos escultóricos. Com o estudo dos métodos do trabalho deste escultor nesta obra "iluminada", pretendemos descobrir e identificar as suas ideias e convicções artísticas fundamentais na actualidade da escultura, na História da Arte e no restauro monumental. (António José da Silva Valente)
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