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A cor como caracterizadora do espaço : a importância da cor nos jardins-de-infância [Texto policopiado] / Inês Filipa Florêncio Teixeira ; [orientado por] Rui Manuel Reis Alves, Ricardo Nuno de Paulo Martins Campos Loução

Main Author: Teixeira, Inês Filipa Florêncio, 1984- Secondary Author: Alves, Rui Manuel Reis, 1964-
                 Loução, Ricardo Nuno de Paulo Martins Campos, 1974-
Corporate Author (Secondary): Universidade Lusíada de Lisboa. Faculdade de Arquitectura e Artes Publication: Lisboa : [s.n.], 2012 Description: 248 p. : il., color. ; 30 cmSeries: Dissertações e teses Lusíada. Arquitectura Corporate name: Universidade Lusíada de Lisboa. Faculdade de Arquitectura e Artes - Teses Topical name: Cor - História | Cor - Aspectos Psicológicos | Jardim de Infância | Cor na arquitectura Form or physical characteristic: Teses - - Portugal - - Lisboa CBC: NA2795.T45 2012Online Resources: Capa | RUL - Texto integral
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Registo vídeo Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa VID99546 (Browse Shelf) Empréstimo local
Tese/dissertação Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa Dissertações e Teses Lusíada NA2795.T45 2012-99546 (Browse Shelf) Empréstimo local
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NA2795.S44 2014-261605/IVCor NA2795.S44 2014-261605/VCor NA2795.S55 2014-262002A cor enquanto factor de escala NA2795.T45 2012-99546A cor como caracterizadora do espaço NA2797.F47 1985-92003A ciência fotogramétrica ao serviço do inventário e conservação do património arquitectónico e arqueológico NA27.Z87 2010-220262Caixa de escritos

Exame público realizado em 13 de Março de 2013

Composição do júri: Prof. Doutor Horácio Manuel Pereira Bonifácio (Presidente); Prof. Doutor Arqt. Rui Manuel Reis Alves (Orientador); Prof.ª Doutora Arqt.ª Maria João dos Reis Moreira Soares (Arguente)

Contém bibliografia, p. 195-199

Sumário:
1. Introdução, p. 27
2. A cor: matéria de estudo e utilização no dia-a-dia, p. 33
2.1. Estudo sobre a utilização da cor ao longo da História, p. 33
2.2. Um pouco sobre cor, p. 60
3. Como se relaciona o homem com a cor, p. 83
3.1. Relações com a cor, p. 84
3.2. A pirâmide da experiência da cor, p. 91
3.3. Relações com a cor e aplicação no ambiente arquitectónico, p. 123
4. A cor na arquitectura, p. 127
4.1. Cor e a arquitectura, p. 132
4.2. Metodologia, p. 143
4.3. Caso de estudo 1 – infantário em Bicesse, p. 152
4.4. Caso de estudo 2 – jardim-de-infância “Popular”, p. 164
4.5. Caso de estudo 3 – jardim-de-infância de São Julião do Tojal, p. 171
5. Considerações finais, p. 191

Dissertação de mestrado integrado em Arquitectura, Universidade Lusíada de Lisboa, 2012

Resumo:
A vida do ser humano é composta por interacções com o meio que o rodeia e que se traduzem em experiências, sendo o principal modo de interacção feito através da visão.
Desde a Pré-história até à actualidade a cor tem sido utilizada dos mais diversos modos e de acordo com as várias sociedades e culturas que se sucederam. A cor foi assim utilizada desde sempre nos ambientes que nos rodeiam e na arquitectura. No século XVIII os estudiosos de diversas disciplinas dedicaram-se de modo exaustivo a este assunto, permitindo entendê-la em termos físicos, fisiológicos, biológicos, psicológicos, expressivos e artísticos. Percebeu-se que a cor é uma propriedade de toda a matéria, geradora de emoções, sensações e percepções, podendo transmitir mensagens, sensações e noções espaciais. Permite-nos distinguir formas, texturas e brilho, podendo ser utilizada como modeladora da percepção de espaços. Os materiais e consequentemente as suas cores tornam-se elementos indissociáveis e indispensáveis à vivência de um espaço. A escola é um local onde se criam as gerações futuras. Sendo a criação de ambientes adequados, às suas utilizações e utilizadores, um ideal da arquitectura. A arquitectura em geral e a arquitectura dos jardins-de-infância pode ser pensada utilizando a cor de variados modos, permitindo que dependendo do espaço e da análise feita pelo arquitecto, se criem obras arquitectónicas onde a cor funciona como elemento essencial dos espaço e valorizando-os. Os arquitectos podem assim, utilizar os materiais e consequentemente as cores de modo a transmitirem os conceitos onde se baseiam os espaços por si projectados.

Abstract:
The life of human beings is composed of interactions with its environment and that translates into experiences, being the primary mode of interaction made through vision. From prehistory to the present time, colour has been used in various modes and according to the various societies and cultures time after time. Colour has always been used in the environments that surround us and in architecture. In the eighteenth century scholars from various disciplines dedicated themselves in to exhaustively studying this subject-matter, allowing to understand it in terms of physics, physiology, biology, psychology, arts and expressivity. It was noticed that the colour is a property of all matters, generating emotions, sensations and perceptions, allowing to transmit messages, sensations and spatial notions. Colour allows us to distinguish shapes, textures and brightness, and can be used as shaper of the perception of spaces. The materials and consequently their colours are inseparable and indispensable to the experience of a space. Schools are the place where future generations are created. The creation of appropriate environments, for their uses and users, is an architectural ideal. The
architecture in general and the architecture of kindergartens can use colour in various ways, depending on the space and on the analyses of the architect, allowing to be
created an architectural work where colour acts as an essential element of space and promoting an increase value to it. Architects can therefore use the materials and
consequently there colours to transmit the concepts, which there works are based, on its projected spaces.
(Inês Filipa Florêncio Teixeira)

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