LDR 07179nam a2200481 4500
005 20191107172339.0
010 _a9789896401955
_b(brochado)
_ddepósito
021 _aPT
_b423407/2017
090 _a268335
099 _d20170419
100 _a20170717 frey50
101 0 _apor
102 _aPT
105 _ay|||z|||10|yy
106 _ar
200 1 _aO papel das forças armadas na segurança interna
_bTexto impresso
_fcoordenação [de] Luís Eduardo Marquês Saraiva
_gprefácio [de] José Francisco Lynce Zagallo Pavia
210 _aLisboa
_cUniversidade Lusíada
_d2017
215 _a89 p.
_d24 cm
320 _aContém bibliografia
330 _aResumo:
A conferência "O papel das Forças Armadas na segurança interna", realizada na Universidade Lusíada de Lisboa, em 28 de Outubro de 2015, resultou de uma iniciativa do Coronel (Doutor) Luís Saraiva a que o CLIPIS (Centro Lusíada de Investigação em Política Internacional e Segurança) se associou desde o início, contribuindo assim para a sua realização. O CLIPIS é uma unidade orgânica de investigação da Universidade Lusíada que visa a investigação científica e a divulgação nas áreas de Relações Internacionais e de Estudos de Segurança. Além de seus próprios projetos, o CLIPIS realiza outros em colaboração com outras universidades portuguesas e estrangeiras, centros de investigação e grupos de reflexão, tendo já estabelecido acordos, nomeadamente com o IPLI (lnternational Policy and Leadership Institute), o IDN (Instituto da Defesa Nacional), o CEPOL (Colégio Europeu de Polícia) e o ISCPSI (Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna), entre outros. Os seus projetos de investigação são realizados essencialmente nas áreas de Relações Internacionais e de Estudos de Segurança e promovem um amplo debate nacional e internacional. O Centro de Investigação promove, ainda, a revista «Lusíada. Política Internacional e Segurança», publicada duas vezes por ano.
Foi precisamente devido aos seus objetivos, à temática apresentada e ao interesse suscitado - que se enquadram totalmente no que atrás foi descrito- que o CLIPIS também apoiou a edição, em monografia própria, das comunicações que foram apresentadas. Este livro é o resultado desse apoio. Este apoio enquadras e dentro do financiamento que o CLIPIS recebeu da FCT (Fundação da Ciência e Tecnologia), que se destina, entre outros objetivos, precisamente a apoiar a edição de publicações.
A temática que foi objeto desta conferência é de extrema atualidade, sendo que também é bastante polémica e controversa. Em Portugal este assunto foi sempre tratado com alguma "delicadeza", devido aos longos anos de período não democrático, que deixaram sequelas, e também ao papel que as forças militares tiveram nesse mesmo período. Já no período pós-25 de Abril de 1974 até à primeira revisão constitucional de 1982, continuaram as forças armadas a exercer uma espécie de "tutela" sobre os órgãos políticos democraticamente eleitos que, mais uma vez, contribuiu para que a "sociedade civil" olhasse com alguma relutância para uma eventual intervenção das forças armadas na segurança interna. Também é preciso acrescentar que nessa altura se fazia uma distinção vincada entre o conceito de" defesa" e o conceito de" segurança", sendo que o primeiro se aplicaria às ameaças externas e o segundo às ameaças internas. Esta dicotomia está hoje claramente ultrapassada, sendo que nos nossos dias é muito difícil distinguir com objetividade o que são ameaças internas e externas dada a complexificação crescente do sistema internacional e dos atores que nele se movimentam.
Outra questão controversa foi, e é, uma eventual "rivalidade" entre as forças armadas e as diversas forças de segurança mais vocacionadas- numa primeira análise - para as ameaças internas. Uma visão muito estrita do papel das forças armadas impede-as, por exemplo, de auxiliarem as forças de segurança numa qualquer alteração grave de ordem pública. A ideia de os militares estarem "na rua" é ainda objeto de discussão política e ideológica. Por outro lado, ninguém põe em causa o auxílio das forças armadas aos bombeiros no combate ao flagelo dos fogos florestais ou, por exemplo, as missões de serviço público da marinha e força aérea. Esta "rivalidade" também se consubstancia no plano internacional, nomeadamente nas missões internacionais, onde em certos casos a presença de forças policiais é tão ou mais importante do que a presença única de forças militares.
Estas nossas observações não estão de modo algum a privilegiar certas forças em detrimento de outras; pelo contrário, defendemos uma articulação estruturada entre todas as forças e um "duplo uso" das forças armadas, quer em situações de paz ou em situações de emergência interna e internacional. No fundo foi a conclusão a que todos os autores dos textos que compõem esta publicação chegaram; obviamente com diversas nuances próprias do pensamento de cada um, que reflete também a corporação (sem entoação negativa) de onde são provenientes. (José Francisco Lynce Zagallo Pavia)
500 _9296618
_aProdução científica Lusíada, 2015-2016
601 _aPortugal.
_bExército.
_987688
606 1 _9277140
_aSegurança interna
_x- Portugal
675 _a355
_vmed
_zpor
680 _aHV8239.A3 S27 2017
_b268335
702 1 _4340
_9243808
_aSaraiva,
_bLuís Eduardo Marquês,
_f1956-
702 1 _4080
_9223108
_aPavia,
_bJosé Francisco Lynce Zagallo,
_f1967-
801 _aPT
_bULUS
_gRPC
_c20170419
856 4 _2Capa
_ulocatemedia.aspx?capa=/268000_268999/268335.jpg
942 _cMON
_n0
997 _acmg
997 _atareosa
995 _f0000000112719
_00
_9283687
_cMULL
_20
_kHV8239.A3 S27 2017-268335/I
_52017-03-23
_u1.º Ex.
_uILID-PC-2015-2016
_o1
_rMON
_m2019-10-31
_bMULL
995 _f0000000112718
_00
_9283688
_cMULL
_20
_kHV8239.A3 S27 2017-268335/II
_52017-03-23
_u2.º Ex.
_o0
_rMON
_m2019-01-16
_bMULL
995 _f0000000112717
_00
_9283689
_cMULL
_20
_kHV8239.A3 S27 2017-268335/III
_52017-03-23
_u3.ÃÂÃÂÃÂÃÂÃÂÃÂÃÂú Ex.
_o0
_rMON
_bMULL
995 _f0000000112716
_00
_9283690
_cMULL
_20
_kHV8239.A3 S27 2017-268335/IV
_52017-03-23
_u4.ÃÂÃÂÃÂÃÂÃÂÃÂÃÂú Ex.
_o1
_rMON
_bMULL
995 _f0000000112715
_00
_9283691
_cMULL
_20
_kHV8239.A3 S27 2017-268335/V
_52017-03-23
_u5.ÃÂÃÂÃÂÃÂÃÂÃÂÃÂú Ex.
_o0
_rMON
_bMULL
995 _f2017-21962
_aBULP
_dBULP
_j27335
_00
_9283768
_cBULP
_20
_k355 PAP
_52017-03-24
_uEx. 1
_o0
_rMON
_bBULP
995 _f2017-21963
_aBULP
_dBULP
_j27334
_00
_9283769
_cBULP
_20
_k355 PAP E2
_52017-03-24
_uEx. 2
_o0
_rMON
_m2017-06-20
_bBULP
995 _f2017-22406
_aBULF
_dBULF
_j13447
_00
_9284282
_cBULF
_20
_k355 SAR
_52017-04-10
_hLUS
_o1
_vE1
_rMON_30D
_bBULF
995 _f2017-22407
_aBULF
_dBULF
_j13448
_00
_9284283
_cBULF
_20
_k355 SAR E2
_52017-04-10
_hLUS
_o0
_vE2
_rMON
_bBULF
995 _f2017-22408
_aBULF
_dBULF
_j13449
_00
_9284284
_cBULF
_20
_k355 SAR E3
_52017-04-10
_hLUS
_o0
_vE3
_rMON
_bBULF
001 268335
Línguas:
English
|
Português
